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NEGOCIAÇÕES
INTERNACIONAIS
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Coalizão
Empresarial discute entendimentos setoriais na Rodada Doha |
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acredita que a retomada da Rodada Doha é a oportunidade para a inclusão dos acordos setoriais nas negociações internacionais. A posição da entidade foi definida pelo Conselho de Integração Internacional, durante reunião com o ministro Carlos Márcio Cozendey, o novo chefe do Departamento Econômico do Itamaraty, na sede da entidade. Na ocasião, a CNI referendou a agenda da Coalizão Empresarial Brasileira (CEB) que, além da inclusão dos acordos setoriais, quer discutir as questões relativas ao trade-off na agricultura e serviços, a discussão dos produtos remanufaturados, dos bens ambientais e negociações de NAMA (tarifárias do setor industrial).
Os acordos setoriais não estão na agenda nem por parte dos governos nem por parte dos empresários, pois ainda há divergências entre os representantes da CEB, da qual o Sindicel e a ABC são membros efetivos, sobre as vantagens e os perigos desse tipo de negociações. Entretanto, a CNI entende que é a hora de se incluir nas negociações os acordos setoriais, porque os governos têm condições de ajudar os setores que serão afetados pelo acordo geral. Numa determinada negociação, como a de acesso a mercados, um setor da economia de algum país pode sair prejudicado pelo acordo geral e, com a possibilidade dos acordos setoriais, os efeitos negativos podem ser reduzidos. Mas, obviamente, a regra não se aplica a todos os setores.
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EXPORTAÇÕES
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Legislação sobre recursos mantidos no exterior |
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A Receita Federal publicou, recentemente, a Instrução Normativa nº 726, que dispõe sobre operações de câmbio e manutenção de recursos no exterior, em moeda estrangeira, relativos a exportação de mercadoria e serviços, e institui a Declaração sobre Utilização dos Recursos em Moeda Estrangeira Decorrentes do Recebimento de Exportações (DEREX).
Segundo a medida, os recursos de moeda estrangeira, relativos ao recebimento de exportações poderão ser mantidos no exterior, respeitados o limite fixado pelo CMN (hoje 30%), e poderão ser utilizados para realização de investimentos, aplicação financeira ou pagamento de obrigação, próprios do exportador, vedada a realização de empréstimo de mútuo de qualquer natureza.
A empresa que mantiver recursos no exterior fica obrigada a manter escrituração contábil, independente do regime de apuração do imposto de renda adotado e a comprovação do ingresso das receitas será verificada a partir do somatório dos embarques efetuados no período de acompanhamento, considerando as liquidações de câmbio antecipadas e as liquidações de câmbio a prazo.
Além disso, é impoprtante saber que a manutenção ou utilização dos recursos no exterior, em desacordo com as normas, acarretará multa de 10% incidente sobre o valor desse recurso e que, sobre as receitas mantidas no exterior, não incidem a contribuição para o PIS/Pasep e a contribuição para o Financiamento da Securidade Social (Cofins).
Toda empresa que mantiver recursos no exterior deverá apresentar à Receita Federal uma "Declaração sobre a Utilização dos Recursos em moeda estrangeira Decorrentes do Recebimento de Exportações (DEREX)" , onde serão informadas a origem e utilização dos recursos, os rendimentos auferidos no exterior, as operações simultâneas de compra e venda de moeda estrangeira e outras informações.
Maiores informações poderão ser obtidas no endereço eletrônico www.receita.fazenda.gov.br.
Quase paralelamente, foi publicada a resolução nº 3.447 do Conselho Monetário Nacional (CMN) que dispõe sobre o registro do capital estrangeiro de que trata a Lei nº 11.371, de 28 de novembro de 2006, e define critérios para a aplicação de penalidades por infrações às normas que regulam os registros de capital estrangeiro em moeda nacional.
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LOGÍSTICA
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CSAV anuncia novos serviços |
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A CSAV - Companhia Sudamericana de Vapores anunciou dois novos serviços para o tráfego Norte Europa/Costa Leste da América do Sul. Segundo a armadora, as grandes novidades são as integrações em seus três slings para o porto de Santos (SP), fornecendo cobertura completa nos portos do sul brasileiro, assim como a inclusão de escalas diretas aos portos de Tilbury, na Inglaterra, e Bremerhaven, na Alemanha.
A decisão da companhia em apresentar estas novidades estão voltadas para a atual situação do mercado brasileiro, onde será possível contar com uma melhor cobertura de portos, tanto brasileiros quanto na Europa.
O serviço Euroatlan - Sling 01 continua operando com a mesma configuração. São cinco navios de 2.500 TEUs que percorrem os portos de Rotterdam (Holanda), Hamburgo (Alemanha), Antuérpia (Bélgica), Le Havre (França), Santos, Paranaguá, Itajaí, Santos, Rio de Janeiro e Salvador, num transit time de 35 dias.
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